A Wasabi é uma celebração do encontro entre pessoas e a vontade de sonhar junto. Além de produtos diferenciados, a marca apresenta um artista em cada coleção, com o qual trabalhamos nossas estampas e inspirações.

 

Uma das ideias contidas neste projeto de parcerias com artistas plásticos é a criação de “intervenções artísticas” mundanas, dando condições para que a obra de arte ganhe o ambiente urbano, em vez de se manter confinada apenas aos meios mais formais de exibição, como as galerias e museus. A roupa, neste caso, torna-se o suporte de uma poética visual.

 

Neste projeto de parcerias, a Wasabi já trabalhou com artistas de importantes galerias como a Fortes Vilaça (SP), o Gabinete de Arte Raquel Arnaud (SP), Sílvia Cintra (RJ) e Anita Schwartz (RJ).

GABRIELE GOMES – Verão 19

Curitibana, atualmente residente no Rio de Janeiro, Gabriele cria um trabalho que assume riscos o tempo todo. Sem restringir a arte em uma ação única, procedimento ou imagem, a criação está sempre entregue ao sentir e ao pensar a vida.

Na instalação Os céus velam minhas mortes contínuas, em que parte acabou se transformando em estampas, Gabriele Gomes faz um transbordamento de escrita com a apropriação de livros e catálogos de obras dos mais variados artistas. Entre todos os sessenta livros, alguns objetos, fotografias, desenhos e pinturas, o espaço vibra, no todo, cores intensas; cores essas, que geram a identidade de todo o Verão 2019 Wasabi.

LAÉRCIO REDONDO & BIRGER LIPINSKI – Inverno 18 e Inverno 14

A dupla formada pelo artista brasileiro (Laércio) e o arquiteto sueco (Birger) encontrou como inspiração para a coleção de Inverno 2018 da Wasabi a arquitetura Brutalista no Brasil, movimento surgido nos anos 50 e que se caracterizava sobretudo por tornar aparente o concreto armado e evidenciar a estrutura das construções.

 

As estampas desta coleção foram produzidas através da combinação de elementos arquitetônicos, traduzidos pela técnica de xilogravura para criar a padronagem dos tecidos. A escala ampliada em que as estampas foram criadas, faz com que cada peça, quando concluída, tenha um recorte único, dando singularidade a cada item da coleção, de modo que nenhuma peça seja exatamente igual à outra. 

TALITHA ROSSI – Verão 18 

A artista visual carioca começou fazendo arte urbana com pintura, lã e colagem em muros e suportes urbanos, deixando em seu currículo intervenções pelas ruas de Berlim, Londres, Paris, Amsterdam e Nova Iorque. Para esta coleção, Talitha se inspirou na artista francesa Louise Bourgeois e, com isso, desenvolveu aplicações de bordados e fios diversos e mini-esculturas feitas à mão para as peças, além de desenhar estampas exclusivas, pintadas com flores secas e nanquim vermelho, delicadas e intensas como toda sua poética, que transita nos temas sobre o re-despertar feminino, coragem e afeto.   

​"Minha coleção é atemporal. Criada para homenagear as mulheres da nova era e é dividida em fases, como as dos nossos relacionamentos amorosos: romântica, melancólica, carnal."

PAULINE MARCELLE– Inverno 17 

Nascida no Caribe e vivendo em Viena, Pauline Marcelle tem uma história para contar a respeito das infinitas possibilidades poéticas. Suas histórias - pinturas, performances, comunidades - encontram uma sensação inesperada de potencial nos fragmentos muitas vezes duvidosos deixados na esteira do colonialismo. Marcelle trabalha com impressões manipuladas digitalmente e formas escultóricas que refletem sobre a globalização através do consumo de roupas de segunda mão vendidas em boutiques informais em toda a África e Caribe, enquanto convida o espectador a questionar sua própria posição de agenciador deste mesmo consumo. 

Este corpo de trabalho, chamado Bend Down Boutiques, originou-se na costa do Gana, onde Marcelle se deparou com essas pequenas formas, esculturas que ela chama de “pacotes de roupas de segunda mão”. Localmente eles são chamados ‘Obroni wa wo’, uma frase em Twi que significa “roupas dos brancos mortos”. São remanescentes fantasmagóricos de um legado ocidentalizado. São um conjuntos de traumas, rupturas e fragmentações irreconciliáveis; aninhado com as habilidades para transcender seu objetivo e destino equivocado de obsolescência cultural.

DANIEL STEEGMANN – Verão 17

Nascido em Barcelona em 1977, trabalha no Brasil desde 2004. Foi iniciado ao prêmio Pipa em 2012 e 2013. Em suas obras, usa referência do pensamento abstrato e do cinema estrutural. Repetidas vezes se pergunta o que é um objeto – e suas obras nos fazem a mesma pergunta.

 

Para a Wasabi, criou 6 estampas, com a proposta de ter na parceria um “playground”, saindo do que estava acostumado a fazer. Daniel trouxe materiais diversos para editarmos. Para criar a estampa Floresta Real, fotografou, retalhou e embaralhou a identidade da Floresta da Tijuca, criando um ilusionismo geométrico com as folhagens e luminosidade da mata. Este processo resultou em uma estampa super autoral, sem abandonar a tropicalidade própria do verão. Outra estampa veio de uma das suas aquarelas – intitulada Quadriculados – , cuja série foi exposta na Bienal de São Paulo de 2014.

GABRIELA MACHADO - Inverno 16 e Verão 14

Uma poética que é um percurso, mas um percurso sem ordem. A ordem, a existir, ela se acha no traço. Aqui não se procura o tempo explícito, antes se procura uma intemporalidade da coloração mágica. Mata Atlântica, jardins europeus, planícies estendidas de cactos: tudo resumido num gesto humano. Ou como alguém falou um dia, os corações dos Homens cabem nestas telas gigantes. O trabalho de Gabriela Machado é uma forma pura de dizer o namoro entre gente e natureza. Entre o sangue e a água, entre a linha de um braço e a linha desenhada. Esta é uma pintura de nascimento eterno, da constante renovação. Estas são as cores fortes, brutas, firmes, suaves e compostas. Tudo um corpo muito natural, dentro e fora das paredes do museu. Isto é a expressão da dança, e a dança é tudo aquilo que respira e canta. Nestas paredes está o jardim do mundo. (Texto de Matilde Campilho)

Gabriela cedeu imagens autorais que ganharam interferências feitas por Duda Moraes, gerando novas leituras, até virarem estampas para a Wasabi.

MATHEUS ROCHA PITTA– Inverno 2015

Nascido em Tiradentes (Galeria Mendes Wood), MG, Matheus faz fotografia, escultura, video e instalações. Foi o ganhador do Prêmio Illy Sustain Art, Madrid (2008). Participou da 9a Bienal de Taipei (2014) e da 29a Bienal de São Paulo (2010). Seu trabalho faz parte de coleções públicas importantes, como o Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro e do Castello di Rivolli, em Turim, na Itália. Exposições recentes incluem Itália, Espanha, Japão, França, EUA, além do Brasil.

 

O artista cedeu imagem de dois dos seus trabalho para virarem estampas: Fundos Reais (uma compilação de close-ups de notas de Real) e Brasil (fotografia da terra de Brasília e pedaços de carne bovina). Seu trabalho forte e adensado o torna um dos mais importantes artistas contemporâneos brasileiros.

LÚCIA LAGUNA – Verão 13 e Inverno 12

Lucia nasceu em 1941, em Campos dos Goytacazes. Era professora primária e ao se aposentar, em 93, aos 52 anos, a fluminense formada em letras resolveu ocupar o tempo com novo hobby e se descobriu em um curso no Parque Lage. Seu trabalho atraiu Laura Marsiaj e, em 2006, ganhou o prêmio Marco Antonio Villaça, começando uma história de impacto.

 

Em seu processo criativo, Lucia pinta e repinta telas, usando fitas crepes para isolar determinadas áreas de trabalho/uso. Para a colaboração com a Wasabi, a artista se apresentou totalmente aberta, deixando a marca livre para escolher que telas gostaria de usar. Uma das estampas é justamente uma foto desse “descarte criativo” das fitas pintadas, enroladas.

ANA HOLCK – Verão 12

Carioca, nascida em 1977, a artista investiga, através de esculturas, instalações e fotografias o espaço e as questões que o permeiam. Concreto, metal e vinil sao alguns dos materiais mais frequentes do trabalho de Holck, que, a partir de um pensamento arquitetônico, desenvolve trabalhos que refletem sobre a forma e a experiência visual ao mesmo tempo.

 

A pedido de Ana, pela primeira vez a Wasabi fez uma estampa corrida, a partir de uma fotogravura da Série Grades, escolhida pela artista, que envolveu-se no processo como um todo. Foram feitos vários testes de cor, até chegar-se ao resultado final.

MARIA LYNCH – Verão 2011

Maria nasceu em 1981, no Rio de Janeiro e atualmente trabalha e vive em em Nova York. Em 2008, fez pós-graduação no Chelsea College of Art and Design, em Londres. Em 2010, ganhou o prêmio Marco Antonio Villaça.

 

As obras de Maria têm cores intensas, que parecem iluminar o redor, figuras híbridas, sem forma definida e que parecem moldáveis e seu apelo tátil se faz presente em desenhos, pinturas, objetos, esculturas, vídeos e instalações.

GISELE CAMARGO – Verão 2010

O trabalho de Gisele Camargo tem um caráter ambíguo, no qual as imagens minimalistas e fragmentadas mesclam elementos figurativos e abstratos, conformando uma estética misteriosa, do imaginário. Em todo o seu processo é possível notar uma racionalidade arquitetônica que organiza os elementos compositivos a fim de uma figuração dos espaços, que se desdobra para além dos limites físicos das obras – seja em suas colagens “A construção dos Minimundos”, nas telas de “Noite Americana” ou até mesmo na série mais recente de pinturas: “Brutos”, em que os fragmentos fotográficos são revisitados e ganham volume expressivo.

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