One of the most interesting things about the brand is establishing partnerships with prominent Brazilian artists at every new collection. Every six months we invite a new contemporary artist to develop printings for Wasabi. We usually invite established artists who have already won the attention of critics, art historians, galleries, art fairs and the press. Successful artists who sell their work internationally.

These partnerships have always resulted in non-standard prints, rendering extravagant prints with personality and quite different from anything offered by other brands. In short, we act as curators. In this way, each of our collections is always so different from the previous one. There is always an aesthetic renewal, which largely depends on the artist with whom we work in partnership. 

Wasabi worked alongside Brazilian-Swedish pair Laércio Redondo & Birger Lipinski; Caribbean Pauline Marcelle; Spanish Daniel Steegmann; and Brazilians Matheus Rocha Pitta; Gabriele Gomes; Talitha Rossi; Maria Lynch; Gabriela Machado; Lúcia Laguna; Gisele Camargo; Ana Holck, and many others.

LAÉRCIO REDONDO & BIRGER LIPINSKI – FW 18 & FW 14

The duo formed by the Brazilian artist (Laércio) and the Swedish architect (Birger) found the Brutalista architecture in Brazil as inspiration for the Wasabi 2018 winter collection, a movement that emerged in the 1950s. 

 

The prints in this collection were produced through the combination of architectural elements, translated by the woodcut technique to create the pattern of the fabrics. The enlarged scale on which the prints were created have a unique cutout, giving uniqueness to each item in the collection, so that no piece is exactly like the other.

TALITHA ROSSI – SS 18 

The visual artist from Rio began to make urban art with painting, wool and collage on walls, leaving interventions in the streets of Berlin, London, Paris, Amsterdam and New York. For this collection, Talitha was inspired by the French artist Louise Bourgeois and, with this, she developed applications of embroidery and various yarns and mini handmade sculptures, as well as drawing exclusive prints painted with flowers and delicate red ink. Her work is intense and transits in the themes on the feminine re-awakening, courage and affection.

 

"My collection is timeless, created to honor the women of the new era and is divided into phases, like those of our romantic relationships: romantic, melancholy, carnal."

PAULINE MARCELLE– FW 17 

traditions; no, it is instead of lands enriched with endless poetic possibilities. These are stories – paintings, performances, communities – that find an unexpected sense of potential in the often-dubious fragments left in the wake of colonialism. Marcelle’s honesty is startling, her compassion refreshing, and her physical presence demanding in Bend Down Boutique, her latest body of work. Digitally manipulated prints and sculptural forms reflect upon themes of globalization through the consumption of second hand clothing sold at informal boutiques across Africa and the Caribbean while inviting the viewer to question their own positions of agency and access. This body of work originated off the Ghanaian coast, where Marcelle happened upon these small forms, sculptures she calls them, bundles of second hand clothing. Locally they are called ‘obroni wa wo’, a phrase in Twi meaning “clothing of the dead whites”: ghostly remnants of a pervasive Western legacy. They were a new set of discoveries, autonomous unto themselves. Sets of traumas, ruptures, and irreconcilable fragmentations; nested with the abilities to transcend their equivocal purpose and fate, one obscured through cultural obsolescence.

 

Marcelle in a sense saw herself within these bundles of clothes. Entangled, made from a lovely syncretism of pattern, color and form; embroiled with stories oft ridden with trouble and oppression, but lying now on the horizon, forming a new landscape filled with discovery and imagination. Bend Down Boutique is a metaphor, self-reflexive, of Pauline Marcelle herself.

DANIEL STEEGMANN – Verão 17

Nascido em Barcelona em 1977, trabalha no Brasil desde 2004. Foi iniciado ao prêmio Pipa em 2012 e 2013. Em suas obras, usa referência do pensamento abstrato e do cinema estrutural. Repetidas vezes se pergunta o que é um objeto – e suas obras nos fazem a mesma pergunta.

 

Para a Wasabi, criou 6 estampas, com a proposta de ter na parceria um “playground”, saindo do que estava acostumado a fazer. Daniel trouxe materiais diversos para editarmos. Para criar a estampa Floresta Real, fotografou, retalhou e embaralhou a identidade da Floresta da Tijuca, criando um ilusionismo geométrico com as folhagens e luminosidade da mata. Este processo resultou em uma estampa super autoral, sem abandonar a tropicalidade própria do verão. Outra estampa veio de uma das suas aquarelas – intitulada Quadriculados – , cuja série foi exposta na Bienal de São Paulo de 2014.

GABRIELA MACHADO - Inverno 16 e Verão 14

Uma poética que é um percurso, mas um percurso sem ordem. A ordem, a existir, ela se acha no traço. Aqui não se procura o tempo explícito, antes se procura uma intemporalidade da coloração mágica. Mata Atlântica, jardins europeus, planícies estendidas de cactos: tudo resumido num gesto humano. Ou como alguém falou um dia, os corações dos Homens cabem nestas telas gigantes. O trabalho de Gabriela Machado é uma forma pura de dizer o namoro entre gente e natureza. Entre o sangue e a água, entre a linha de um braço e a linha desenhada. Esta é uma pintura de nascimento eterno, da constante renovação. Estas são as cores fortes, brutas, firmes, suaves e compostas. Tudo um corpo muito natural, dentro e fora das paredes do museu. Isto é a expressão da dança, e a dança é tudo aquilo que respira e canta. Nestas paredes está o jardim do mundo. (Texto de Matilde Campilho)

Gabriela cedeu imagens autorais que ganharam interferências feitas por Duda Moraes, gerando novas leituras, até virarem estampas para a Wasabi.

MATHEUS ROCHA PITTA– Inverno 2015

Nascido em Tiradentes (Galeria Mendes Wood), MG, Matheus faz fotografia, escultura, video e instalações. Foi o ganhador do Prêmio Illy Sustain Art, Madrid (2008). Participou da 9a Bienal de Taipei (2014) e da 29a Bienal de São Paulo (2010). Seu trabalho faz parte de coleções públicas importantes, como o Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro e do Castello di Rivolli, em Turim, na Itália. Exposições recentes incluem Itália, Espanha, Japão, França, EUA, além do Brasil.

 

O artista cedeu imagem de dois dos seus trabalho para virarem estampas: Fundos Reais (uma compilação de close-ups de notas de Real) e Brasil (fotografia da terra de Brasília e pedaços de carne bovina). Seu trabalho forte e adensado o torna um dos mais importantes artistas contemporâneos brasileiros.

LÚCIA LAGUNA – Verão 13 e Inverno 12

Lucia nasceu em 1941, em Campos dos Goytacazes. Era professora primária e ao se aposentar, em 93, aos 52 anos, a fluminense formada em letras resolveu ocupar o tempo com novo hobby e se descobriu em um curso no Parque Lage. Seu trabalho atraiu Laura Marsiaj e, em 2006, ganhou o prêmio Marco Antonio Villaça, começando uma história de impacto.

 

Em seu processo criativo, Lucia pinta e repinta telas, usando fitas crepes para isolar determinadas áreas de trabalho/uso. Para a colaboração com a Wasabi, a artista se apresentou totalmente aberta, deixando a marca livre para escolher que telas gostaria de usar. Uma das estampas é justamente uma foto desse “descarte criativo” das fitas pintadas, enroladas.

ANA Holck – Verão 12

Carioca, nascida em 1977, a artista investiga, através de esculturas, instalações e fotografias o espaço e as questões que o permeiam. Concreto, metal e vinil sao alguns dos materiais mais frequentes do trabalho de Holck, que, a partir de um pensamento arquitetônico, desenvolve trabalhos que refletem sobre a forma e a experiência visual ao mesmo tempo.

 

A pedido de Ana, pela primeira vez a Wasabi fez uma estampa corrida, a partir de uma fotogravura da Série Grades, escolhida pela artista, que envolveu-se no processo como um todo. Foram feitos vários testes de cor, até chegar-se ao resultado final.

MARIA Lynch – Verão 2011

Maria nasceu em 1981, no Rio de Janeiro e atualmente trabalha e vive em em Nova York. Em 2008, fez pós-graduação no Chelsea College of Art and Design, em Londres. Em 2010, ganhou o prêmio Marco Antonio Villaça.

 

As obras de Maria têm cores intensas, que parecem iluminar o redor, figuras híbridas, sem forma definida e que parecem moldáveis e seu apelo tátil se faz presente em desenhos, pinturas, objetos, esculturas, vídeos e instalações.

GISELE CAMARGO – Verão 2010

O trabalho de Gisele Camargo tem um caráter ambíguo, no qual as imagens minimalistas e fragmentadas mesclam elementos figurativos e abstratos, conformando uma estética misteriosa, do imaginário. Em todo o seu processo é possível notar uma racionalidade arquitetônica que organiza os elementos compositivos a fim de uma figuração dos espaços, que se desdobra para além dos limites físicos das obras – seja em suas colagens “A construção dos Minimundos”, nas telas de “Noite Americana” ou até mesmo na série mais recente de pinturas: “Brutos”, em que os fragmentos fotográficos são revisitados e ganham volume expressivo.

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